IABS participa de Workshop da Comunidade de Práticas dos FIP da América Latina e Caribe

Em palestra, o Diretor de Internacionalização do Instituto, Alejandro Muñoz, falou sobre os FIPs e outras formas de pesca sustentáveis

Na última quarta-feira, 26 de março, o Diretor de Internacionalização do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS), Alejandro Muñoz, esteve presente no 6º Workshop da Comunidade de Práticas dos Fishery Improvement Project (FIP) da América Latina e Caribe, que aconteceu na cidade de Mérida, no México. A participação do IABS foi na mesa de Mercados e Financiamento, e Alejandro palestrou sob o tema “FIPs como ferramenta de mercado”, ao lado de Cecilia Blasco, da SmartFish A.C., e de Francisco Vía, da Aliança Peru Mahi.

Entre os principais pontos apresentados na palestra estavam os benefícios e limitações do FIP do pargo no Norte do Brasil e do manejo do pirarucu na região amazônica, assim como o gerenciamento de expectativas para os mercados que buscam produtos sustentáveis, e os desafios de abrir mercados para produtos sociais e ambientalmente sustentáveis. Além disso, foi mostrada a importância de envolver stakeholders e gerar alianças na cadeia produtiva para implementação do FIP.

Sobre o evento

O 6º Workshop da Comunidade de Práticas dos FIP da América Latina e Caribe foi realizado entre os dias 25 e 27 de março de 2025 em Mérida, México. Os temas do workshop incluem foco em pescadores e trabalhadores, questões ambientais, mercados e financiamento, e direitos humanos e responsabilidade social.

O IABS e os FIPs

Atualmente, o Instituto participa de alguns FIPs em diferentes regiões do mundo, dentre eles o Pargo no Norte do Brasil e a Garoupa na Índia.

Os Fishery Improvement Projects (FIPs) são projetos de melhoria pesqueira que visam melhorar os parâmetros sustentáveis da atividade para contribuir à obtenção de selos de qualidade e sustentabilidade. O IABS participa como um dos responsáveis pelo monitoramento das atividades dos FIPs, atuando para garantir um monitoramento rotineiro, estimulando uma política de boas práticas pesqueiras, associadas a um rastreamento efetivo e coerente da produção. O monitoramento é feito por meio da metodologia da organização “Sustainable Fisheries Partnership (SFP)” que classifica o progresso das principais métricas de um FIP e publica a avaliação no banco de dados do Fishery Progress.

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