Estrutura Gerencial e Executiva

O IABS possui uma estrutura física e técnica de referência em conjunto com seus parceiros para o desempenho pleno de suas atividades dentro dos setores do Desenvolvimento Sustentável nos quais possui maior vocação. O instituto também adota práticas de gestão administrativa que coíbem a obtenção, de forma individual ou coletiva, de benefícios ou vantagens pessoais, além de valorizar os princípios da legalidade, moralidade, publicidade, economia e eficiência.

Para que isso ocorra em perfeito funcionamento, o IABS instituiu um modelo de relacionamento profissional e decisório ágil e construtivo, com base em decisões participativas. Seu organograma funcional é constituído de uma Assembleia Geral soberana, um Conselho Deliberativo de coordenação, um Conselho Fiscal, uma Diretoria Executiva e seis núcleos temáticos que expressam as maiores vocações do instituto:

Núcleo de Desenvolvimento Rural e Tecnologias Sociais Núcleo de Pesca e Aquicultura Sustentáveis Núcleo de Cooperação e Fortalecimento Institucional Núcleo de Diálogo Social para o Desenvolvimento Núcleo de Turismo.

Para ampliar seus objetivos e atividades, o instituto vem agregando parcerias estratégicas com renomadas organizações nacionais e internacionais. Relatório Anual de Atividades.

O relatório anual é elaborado conforme a Lei no 9.790/99, Inciso VII do Artigo 4o, e Decreto no 3.100/99, Artigo 11, que dispõe sobre a prestação de contas das OSCIPs. No relatório, estão descritos os projetos executados por este instituto com seus respectivos demonstrativos financeiros, além de outras informações sobre o IABS, para que os interessados possam conhecer suas intenções e atividades.

No relatório, os projetos e atividades realizados estão organizados nos núcleos temáticos previstos no estatuto da instituição, que expressam as maiores vocações do instituto.

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Setores e Atividades

De acordo com seu estatuto, o IABS pode atuar, dentro e fora dos limites do território brasileiro, nos seguintes setores e atividades de interesse para o desenvolvimento sustentável:

  • defesa, preservação e conservação do meio ambiente, do patrimônio histórico e cultural e promoção do desenvolvimento sustentável;
  • promoção da educação, saúde e segurança alimentar e nutricional, observando a forma complementar de participação das organizações;
  • promoção do diálogo social, ética, paz, cidadania, direitos humanos, democracia participativa, cultura, igualdade racial e de gênero e outros valores universais;
  • promoção e difusão de conceitos e práticas relacionadas ao voluntariado, responsabilidade social, participação social, consumo sustentável e comércio justo e solidário;
  • elaboração e execução de programas e projetos de incentivo ao associativismo, cooperativismo e economia solidária;
  • elaboração e execução de diagnósticos, prognósticos, estudos, pesquisas, projetos, planos e políticas de geração de trabalho, emprego e renda, relacionados ao desenvolvimento rural, agricultura familiar, aquicultura, pesca e extrativismo;
  • prestação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) a famílias, grupos e organizações de agricultores familiares, pescadores, aquicultores, agroextrativistas, ribeirinhos, indígenas, quilombolas e outros, tendo em vista os princípios da agroecologia, conservação ambiental, organização social e geração de renda;
  • elaboração e execução de diagnósticos, prognósticos, estudos, pesquisas, projetos, planos e políticas de geração de trabalho, emprego e renda, relacionados ao desenvolvimento do turismo, dos produtos e serviços a ele associados e da economia criativa;
  • elaboração e execução de diagnósticos, prognósticos, estudos, pesquisas, projetos e planos de manejo relacionados à conservação, preservação e uso sustentável da biodiversidade e do patrimônio natural e cultural;
  • elaboração e execução de Planos Diretores e Setoriais, Agenda 21, ordenamento e planejamento participativo no uso e ocupação do solo, zoneamento espacial e gestão pacífica de conflitos socioambientais;
  • elaboração e execução de projetos e programas de fortalecimento institucional, incluindo ações de publicidade e transparência, capacitação e treinamento, desenvolvimento de instrumentos e ferramentas tecnológicas de gestão e melhoria da eficiência administrativa;
  • experimentação de novos modelos sócio-produtivos e de sistemas alternativos de produção, comércio, trabalho, emprego e crédito, notadamente nos temas relacionados aos núcleos temáticos do IABS;
  • geração de conhecimentos técnicos e científicos, produção e divulgação de informações e desenvolvimento e inovação de tecnologias sociais e formas alternativas de convivência com o meio ambiente;
  • doações e apoios financeiros em programas, próprios ou de terceiros, de bolsas de estudo ou capacitação profissional, desde que fundamentados em regras pré-definidas e inseridos em projetos com componentes claramente identificados como de pesquisa e/ou capacitação, sendo vedada a inclusão de funcionários, diretores ou conselheiros nestes programas;
  • elaboração, implantação e avaliação de estratégias, projetos e instrumentos visando a formatação, implantação e melhoramento de sistemas empresariais, municipais e regionais, públicos ou privados, de saneamento básico, gestão de resíduos sólidos e geração alternativa de energia.